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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Juro que não queria estar lá
Não a te esperar...
Mas, é inevitável
Mesmo sabendo que você não vai estar lá
Eu ainda continuo a esperar...

Postado Por A. Cruz

Desabafo

Se soubermos exatamente quando e onde parar
Tudo o que tivemos será perfeito para sempre
Mesmo a vida não sendo perfeita
Tudo o que temos são nossas lembranças
Quero então que essas lembranças
Sejam fortes e belas...
Se souber que serei lembrada
Encaro qualquer coisa
Minhas lembranças são minha imortalidade
Você é minha imortalidade
Pensando assim, sei que vou ficar bem
Sei também que você terá a mim sempre...

Postado Por A. Cruz

sábado, 28 de novembro de 2009

É como se fosse provocação
Meus pensamentos não conseguem se afastar de você
A todo momento uma nova lembrança
Uma frase dita, uma frase não dita
Uma música ouvida, outra apenas dita
É como se fosse provocação....

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação,
porque sua consciência é o que você é,
e sua reputação é o que os outros pensam de você,
e o que os outros pensam: É problema deles!!!


Bob Marley



A Solidão é assim:
em certos momentos nos traz
a paz em estarmos só.
mas em outros, nos traz
arrepios e calafrios em estarmos inseguros,
sem ninguém para nos proteger.


Postado Por A. Cruz

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Por muito tempo percorri seu corpo
Acariciei centenas de vezes seu rosto
Encontrei o ouro
E mesmo algumas estrelas
Enxugando suas lágrimas
Aprendi de cor
A pureza de suas formas
Às vezes, eu as desenho novamente
Ela faz parte de mim

Eu quero somente uma última dança
Antes da sombra e da indiferença
Uma vertigem depois o silêncio
Eu quero somente uma última dança

Eu a conheci muito cedo
Mas não é minha culpa
A flecha atravessou minha pele
É uma dor q se guarda
Quem faz mais o bem do que o mal
Mas eu conheço a história
Já é muito tarde
No seu olhar
Pode-se perceber
Que ela se prepara
Para uma longa viagem

Eu quero somente uma última dança
Antes da sombra e da indiferença
Uma vertigem depois o silêncio
Eu quero somente uma última dança

Eu posso morrer amanhã
Mas isso não muda nada
Eu recebi de suas mãos
A felicidade impregnada em minha alma
É realmente muito para um homem só
Eu a vi partir, sem nada dizer
O importante é q ela respira
Obrigado por ter encantado minha vida

Eu quero somente uma última dança
Antes da sombra e da indiferença
Uma vertigem depois o silêncio
Eu quero somente uma última dança

Por muito tempo percorri seu corpo
Acariciei centenas de vezes seu rosto
Encontrei o ouro
E mesmo algumas estrelas
Enxugando suas lágrimas
Aprendi de cor
A pureza de suas formas
Às vezes, eu as desenho novamente
Ela faz parte de mim

Uma última dança.

Dernière Danse

domingo, 22 de novembro de 2009

Por causa de você, passei a chorar,
Passei a vivenciar e também a lembrar...
E, por mais que eu tente não lembrar, com mais frequência fico a lembrar.

Não sei o quanto isso é bom ou ruim, ou se isso é bom ou ruim
Mas é como se fosse parte de mim, por mais esforço que tente fazer
Você está sempre por lá, rondando meus mais profundos pensamentos.

E...
Limito-me apenas a esperar, e ver até onde consigo chegar.
Dando tempo a mim, e tempo ao tempo
Preciso ver até onde consigo chegar...
Desculpas não apagam palavras e nem atos, apenas diminuem seus valores.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

NEOQEAV


Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.
A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra “Neoqeav” num lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente.

Eles se revezavam deixando “Neoqeav” escrita por toda a casa, e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro achar.

Eles escreviam “Neoqeav” com os dedos no açúcar dentro do açucareiro ou no pote de farinha para que o próximo que fosse cozinhar a achasse. Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.

“Neoqeav” era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.

Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para deixar “Neoqeav” na última folha e enrolou tudo de novo.

Não havia limites para onde “Neoqeav” pudesse surgir.

Pedacinhos de papel com “Neoqeav” rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam.

Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos travesseiros.

“Neoqeav” era escrita com os dedos na poeira sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira. Esta misteriosa palavra tanto fazia parte da casa de meus avós quanto da mobília. Levou bastante tempo para eu passar a entender e gostar completamente deste jogo que eles jogavam. Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.

Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós.

Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.

Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada, igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar. O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.

Roubavam beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena. Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal. Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito, como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.

Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.

Antes de cada refeição eles se reverenciavam e davam graças a Deus e bençãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa, para continuarmos sempre unidos e com boa sorte.

Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer de mama. A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.

Como sempre, vovô estava com ela a cada momento.

Ele a confortava no quarto amarelo deles, que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse sempre rodeada da luz do sol, mesmo quando ela não tivesse forças para sair.

O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.

Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô, eles iam à igreja toda manhã. E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que, finalmente, ela não mais podia sair de casa. Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho, rezando a Deus para zelar por sua esposa. Então, o que todos nós temíamos aconteceu.

Vovó partiu.

“Neoqeav”foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosa dos buquês de flores do funeral da vovó.

Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram ao redor da vovó pela última vez.

Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.

Através de suas lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem de dentro de seu ser. Me sentindo muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento. Porque eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a profundeza daquele amor, eu tinha tido o privilégio de testemunhar a beleza sem igual que aquilo representava.

Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando:

“Mas o que Neoqeav significa?”

Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você


Autor Desconhecido

domingo, 15 de novembro de 2009

"Dois amantes felizes não têm fim nem morte,nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,são eternos como é a natureza."

Pablo Neruda

sexta-feira, 13 de novembro de 2009




"... Quando seus medos baixarem

E as sombras ainda permanecerem
Eu sei que você pode me amar
Quando não houver ninguém para culpar
Então, deixa pra lá a escuridão
Nós ainda podemos achar um caminho
Pois nada dura para sempre
Nem mesmo a fria chuva de novembro..."

domingo, 8 de novembro de 2009

Cartas


E, por meio de brincadeira, me chamou para tirar as cartas...
"Mentalize uma pergunta objetiva, e escolha três das cartas que estão sobre a mesa"
E, mesmo sem querer levar muita fé... Escolhi.
As Escolhidas:
- O Tronco
- O Jardim
- A Lua
A Explicação:
O Tronco - Mostra que há obstáculos na sua vida, atravancados em seu caminho. Mas são apenas pequenos tropeços ou desorientações. Nada grave... Refere-se a questões passageiras e de fáceis soluções. Alguém Traz Aborrecimento ao Seu Cotidiano.
O Jardim - Fértil e Pacífico, este jardim representa projetos de vida que podem ser semeados e mostra a conexão com as pessoas para que a vida floreça. Será produtivo participar mas da vida social, das festas e reuniões. Mas preste atenção na questão da saúde, busque recursos da medicina alternativa. Alguém Estimula Seus Crescimento.
A Lua - Significa que você terá reconhecimento pelos seus feitos, ganhará prestígio e honrarias. Seus méritos serão devidamente valorizados. Pode indicar também que você está envolvida numa aura de mistério, sentimentos e informações ocultas. Uma mulher sobre a qual o baralho não informa...
Depois de ouvir quase atentamente, dou-me conta que aquilo nada teve a ver com o que teoricamente eu devia ter perguntado... E, aquela soma de informações deixou-me ainda mais confusa. E como que advinhando meus pensamentos, ela me sugere uma nova retirada, onde dessa vez eu me concetrasse... E, sem prestar atenção ao que ela dizia, resolvi tentar eu mesma desvendar aquilo tudo, principalmente o motivo de eu estar ali... Sem perceber, tives meus pensamentos divididos, e em parte deles tinha você... Voltei a prestar atenção quando ela disse: "Any, escolha suas cartas"
Como assim Any?!?!?!!! Não lembro de ter lhe dito meu nome... Na verdade não o disse, apenas fui jogada ali dentro, e não tive como sair...
"Escolha as cartas!" Sim Sim As Cartas... é as cartas.... Não me concentrei muito em uma pergunta, na verdade nem tinha uma pergunta... Tinha era uma vontade louca de sair correndo dali, pra bem longe... Onde e não tivesse o pensamento em você.
As Escolhidas:
- As Nuvens
- O Açoite
- O Sol
As Nuvens - Tempo de instabilidade emocional. Você está cheia de dúvidas, e com a sensação de impotência diante dos problemas. Talvez ocorram mudanças em sua vida, mas elas serão feitas de modo lento e com tristeza. Como o momento é de confusão, tome cuidado. Não se precipite e nem tome conclusões apressadas. Pessoa Briguenta.
- O Açoite - O chicote encarna o poder mental e a intuição. Significa que alguma aspecto da sua vida será alterado com magia. Também pode aludir a uma situação de autoflagelo, em função da culpa. A carta é neutra, seu efeito depende do papel que ela desempenha no jogo, ou com outras cartas. Alguém Ligado a Espiritualidade.
- O Sol - Carta luminosa de plenitude e otimismo. Traz dose extra de energia para você realizar tudo o que deseja. É o ápice do alto astral. Conta com sucesso, prosperidade, crescimento e uma saúde de ferro. É Um Homem...
Mais um monte de informações, que não me deixam muita explicações... Penso que pelo visto terei que entender sozinha, levanto-me para correr para bem longe dali, pergunto quanto foi a consulta, e deparo-me com uma cigana irada, dizendo que não cobra pelo seu dom, e vendo a ira em seus olhos, devido a pergunta feita pela minha falta de fé, vejo-a esbravejar palavras contra mim, enquanto que sem saber como vou afastando-me muito rápido dela. Sinto-me como se tivesse caido, e levanto bruscamente, tentando raciocinar... Olho para os lados tentando decobrir onde estou... Fecho os olhos algumas vezes... Abro devagar e posso ver ao meu lado a minha mamãe... Solto então um respiro profundo e demorado. Tudo não passara de sonho...
Nynha



sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Só para vê-la
Só para tocá-la
Só para tê-la em meus braços novamente mais uma vez

Se eu pudesse sentir o caloroso abraço dela
Ver o seu rosto sorridente
Não consigo encontrar ninguém para tomar seu lugar
Eu tenho que vê-la novamente

Eu faria qualquer coisa
Eu iria a qualquer lugar
Não há nada que eu não faria
Só para vê-la novamente

Eu não posso esconder (não)
Não posso lutar
É tão difícil viver sem o amor que ela me deu

Será que ela não sabe disso?
Eu tentei não mostrar
Será que eu posso fazê-la entender que ela realmente
precisa de mim novamente?

Eu faria qualquer coisa
Eu iria a qualquer lugar
Não há nada que eu não faria
Só pra vê-la novamente
Ela alegra o meu quotidiano
Fez-me sentir muito bem em todos os sentidos
Se eu pudesse tê-la de volta para ficar
Preciso vê-la novamente

Just To See Her

domingo, 1 de novembro de 2009

E se você soubesse que jamais poderia tê-la novamente...
Se você tivesse a certeza de que amanhã, daqui uma semana ou quem sabe um mês,
Ela seria arrastada para sempre para longe de você?!?!
Tentaria lutar por esse amor, ou deixaria que ele simplesmente caísse no esquecimento,
Acreditando que pelo simples fato de jamais puder tê-la novamente, seria mais fácil esquecer?
O quão capazes de amar somos nós, e o quão capazes de lutar por um verdadeiro amor somos?
Porque na maioria das vezes as pessoas são obrigadas a se distanciarem para se darem conta de que o amor esteve ali, ao seu lado todo aquele tempo e jamais foram capazes de perceber...
O engraçado é que passamos pela vida, sem de fato percebê-la.
E dessa forma, aos poucos nos afastamos de quem gostamos, esquecemos de viver, e para suprir nossa solidão, trabalhamos, isolamo-nos e assim a vida vai passando...
Mas ai, às vezes a nossa dá um sinal, às vezes feliz, às vezes trágico, numa tentativa desesperada de nos fazer acordar...
Mas ainda assim não a percebemos, e continuamos na rotina boba... Até que algo realmente gritante nos ocorra, e só ai nos damos conta...
Que até então tudo foi nada, pois deixamos de viver, deixamos de amar e não nos deixamos ser amados, que deixamos de rir por coisas simples, que deixamos de nos encantar e que não encantamos que não vivemos que não amamos e que não passamos de meros parasitas... Que esperam simplesmente que as coisas aconteçam, sem jamais fazer esforço nenhum, sem assumir responsabilidade alguma, pois assim é muito mais fácil aceitar que somos fracos ao não lutar pelo que verdadeiramente queremos.

Nynha